Conheça as finalistas da campanha de bolsas para Mulheres Negras que transformam!


Você pode ser um investidor social e ajudar estas mulheres incríveis a alcançar uma bolsa integral no MBA em Gestão de Negócios de Impacto Social.

Role para baixo e conheça estas histórias.

Meu nome é Pamella Lessa, tenho 30 anos, sou filha de uma cozinheira e um pai militar. Nasci e fui criada na zona norte do Rio de Janeiro. Desde nova, eu sabia que para que conquistasse algo na minha vida iria exigir de mim muita resiliência e perseverança. A educação sempre foi algo que meus pais incentivaram, e por ter esse incentivo desde cedo, eu consegui alcançar e conquistar oportunidades profissionais que me oportunizaram um conhecimento técnico e profissional muito grande. Através da minha própria organização social Pretas Ruas, ajudo mulheres negras em situação de rua e de abrigos a resgatarem a sua autoestima e identidade através de projetos e ações sociais criados e administrados por mulheres negras, que buscam ser a representatividade através de suas narrativas e doridade.

Sou a Taise, tenho 25 anos, sou Administradora (UNIFACS), estudante do curso integrando a agenda 2030 ODS (PNUD), Empreendedora Social, e integrante do programa DICE Fellowship BA (British Council).

Atuo na área de gestão de pessoas e projetos, comunicação e empreendedorismo social, sou Apresentadora e Cofundadora da rede SOU+, canal de promoção de negócios sociais, criativos e ambientais e comunicação digital para fortalecer empreendedores(as).

Um dos meus maiores propósito de vida é poder continuar contribuindo com a redução da desigualdade social (da economia, educação à raça e gênero), e fazer com que as pessoas acreditem que elas podem gerar transformações positivas através de suas potencialidades.

Me chamo Margarida Maria Oliveira Conceição, tenho 33 anos, sou natural de Aracaju/SE. Membra Co-fundadora e Articuladora Social da Coletiva Periferia Ambulante nascida em 2018 e auto-organizada por mulheres negras (cis, bissexuais e transexuais) de zonas periféricas e rurais do Estado de Sergipe. Idealizadora e Afroempreendedora da Margot Cozinha Afetiva que tem como a proposta de alimentação artesanal vegetariana e vegana que preza pelos princípios de uma reeducação e soberania alimentar, nutricional e acessível com foco na manutenção dos ensinamentos ancestrais afroameríndia, honrando a nutrição do corpo e espírito através das memórias afetivas que o sentidos alimentícios nos proporciona.

Sou Abigail, tenho 24 anos, Pernambucana, oriunda de escola pública, graduada em Administração pela UPE. Durante a minha trajetória, me dediquei a impulsionar o ecossistema empreendedor em comunidades, através do trabalho com jovens, atuando em projetos e organizações como Liga de Economia Criativa, Campus Party, Fundação Telefônica Vivo, CIEDS, CENPEC Educação, Movimento Choice e ICE Brasil. Acredito que através da educação e formação do cidadão é possível mudar a realidade dos jovens. Atualmente atuo em projetos com foco em tecnologias sociais, protagonismo juvenil e negócios de impacto Social.

Meu nome é Nadine Helena Leal Moura, tenho 27 anos, sou casada e tenho 2 filhos, nasci e ainda moro em Uberaba/MG. Me formei em 2015 no curso de Engenharia Ambiental, possuo pós graduação na área de Gestão Ambiental.

Atualmente participo como voluntária no Instituto Ambiental Aondê que é uma organização sem fins lucrativos, que atua em prol de problemas socioambientais. Auxílio na execução de dois programas: FLORESTAS DO AMANHÃ – que realiza a doação de mudas para população residente em bairros carentes e do CICLO SUSTENTÁVEL - coleta de recicláveis, óleo de cozinha usado e materiais eletroeletrônicos.

Sou Beatriz Mendes Chaves tenho 22 anos e sou recém-graduada em Gestão de Políticas Públicas pela Universidade de São Paulo (USP). Atualmente contribuo no setor administrativo e institucional da NoFront - Empoderamento Financeiro, iniciativa que democratiza educação financeira a partir de músicas de rap e já formou mais de 2500 pessoas em situação de vulnerabilidade social. Possuo experiências profissionais na gestão de projetos sociais para o fomento do protagonismo juvenil, captação de recursos no terceiro setor, análises de dados e de conjuntura, monitoramento legislativo e relações governamentais. 

Sou Cristiany, sou formada em pedagogia, atuo, principalmente, na formação de profissionais que atendem pessoas com deficiências e transtornos psicossociais na área da educação e cultura. Meu maior propósito é construir uma residência terapêutica para pessoas com transtornos mentais de baixa renda. Acredito que habitações com apoio, composta por uma equipe interdisciplinar, é essencial para contribuir na redução dos sintomas psiquiátricos e, portanto, garante melhor qualidade de vida para os/as moradores/as, bem como, aos seus familiares. 

Sou Jaqueline Oliveira, mulher preta de 37 anos, mãe do Kauã de 16 anos, filha da dona Rose e neta da dona Filomena. Mulheres periféricas e guerreiras que me ensinaram que o amor salva.

Fui criada no Vila Maia, Belford Roxo, baixada fluminense no Rio de Janeiro. Lugar totalmente abandonado e explorado pelo poder político corrupto. Ali tem mulheres maravilhosas, cheias de potenciais. Mas é preciso que elas enxerguem assim. Eu vejo ali resistência sem direcionamento. Sem olhar ampliado para a potencialidade que cada uma. E é por isso que Mulheres do Vila precisa nascer. 

Sou Roberta Kisy G.Lourenço , formada em Serviço Social, em 2005 pela PUC-PR , atuei por 13 anos na área de proteção especial de alta complexidade, já estive como membro atuante nos conselhos de direito da criança, assistência social e da pessoa com deficiência. Sempre estive voltada a área de desenvolvimento humano e questões de impacto social, por meio da abordagem na prática para o exercício da cidadania e resgate da dignidade e formação.

Sou Aldiceia Costa da Silva, tenho 28 anos, Turismóloga, moro Santa Luzia – Rio Preto em São Mateus/ES. Atuo na Pastoral da Juventude (PJ) há 13 anos, onde estive coordenadora paroquial e diocesana, além de representar a diocese de São Mateus na coordenação regional da PJ (MG e ES), trabalhando na articulação dos jovens com formações e ações voltadas para políticas públicas, direitos humanos,

formação pessoal e espiritual da juventude. Atualmente trabalho no processo

de reparação do Rompimento da Barragem de Fundão, no atendimento aos

impactados e faço parte da associação de produtores e descendentes quilombolas, contribuindo na manutenção de projetos culturais e de geração de renda.

Eu sou, Thaís Reis - Sou negra, sou mulher, sou resistência, sou coragem, sou comunicação! Graduada em Comunicação Social pela Universidade Luterana do Brasil, com experiência de mais de 10 anos no mercado corporativo, executei

atividades comunicacionais em instituições governamentais, educacionais e culturais, como assessora de comunicação e eventos, analista de marketing, produtora de conteúdo e social media. Hoje atuo em consultoria especializada em comunicação, marketing digital, para fortalecer os negócios de micro empreendedoras, comprometida

com a diversidade, a representatividade sem estereótipos. Tenho como principal compromisso é empreender e comunicar com propósito, verdade, pluralidade e respeito!

Quero ser um investidor Social:

Por meio da seleção de bolsista integrais para o MBA em Gestão de Negócios de Impacto Social, o Instituto Legado está contribuindo para a formação de mulheres negras que estão transformando a sociedade.


Este é um convite para você, que tem condições de contribuir financeiramente, para investir na ampliação do número de mulheres contempladas com a bolsa.


Contamos com o apoio de investidores sociais, empresas, organizações e outros entusiastas, para que sejam nossos aliados nesse compromisso em alcançar mais equidade nos ambientes acadêmicos e no ecossistema de inovação social.


Para investir, basta preencher o formulário ao lado para que possamos entrar em contato e passar as orientações de como se tornar um investidor social.

Preencha as informações abaixo, que entraremos em contato com orientações de como contribuir: